Perceber que um pai ou uma mãe pode estar perdendo a autonomia é algo que mexe profundamente com qualquer filho. Muitas vezes, os sinais são sutis, e a vontade de proteger se mistura com o medo de interferir demais. Mas existe um ponto importante: agir no momento certo pode evitar quedas, agravamentos e até situações de risco.
Neste artigo, com base nas orientações da fisioterapeuta Bárbara, da equipe do Sakura Home – Residencial Sênior, vamos entender quando buscar apoio profissional e como identificar se seu familiar precisa de mais suporte no dia a dia.
Autonomia na terceira idade é a capacidade que a pessoa tem de realizar suas atividades do cotidiano com independência: levantar-se da cama, se alimentar, tomar banho, caminhar, administrar seus horários. E ela não desaparece de repente. É um processo gradual, que pode ser impactado por fatores físicos, emocionais ou cognitivos.
Segundo Bárbara, “as perdas começam, na maioria das vezes, de forma silenciosa. Uma dificuldade para levantar sozinho, um cansaço maior nas caminhadas, o medo de sair de casa, ou mesmo a escolha de não se envolver mais em atividades sociais”.
Esses são sinais de alerta. E quanto antes forem observados, maiores as chances de preservar a independência com o apoio adequado.
Não é preciso esperar por um acidente ou por um diagnóstico grave para procurar auxílio. Muitas famílias chegam ao Sakura Home apenas quando a situação já está no limite, mas o ideal é atuar de forma preventiva, criando uma rede de suporte que evite complicações maiores.
Alguns sinais de perda de autonomia que merecem atenção:
Quedas frequentes ou perda de equilíbrio
Dificuldade para subir escadas, caminhar ou levantar da cama
Uso incorreto de medicamentos
Falta de higiene pessoal sem motivo claro
Isolamento social ou desinteresse por atividades
Alimentação irregular ou perda de peso
Confusão com rotinas simples
Se você identificou mais de um desses sinais em seu pai ou mãe, o ideal é conversar com um profissional especializado e avaliar, junto com a família, o melhor caminho.
Na rotina do Sakura Home, o foco não é apenas tratar os sintomas, mas promover qualidade de vida e prevenir perdas funcionais. A atuação conjunta entre fisioterapia, enfermagem, geriatra, terapeuta ocupacional e equipe social faz toda a diferença.
A fisioterapeuta Bárbara reforça: “Não se trata de institucionalizar a pessoa, mas de oferecer um ambiente que estimule o movimento, a convivência e a autonomia, mesmo com apoio”.
Aqui, cada residente tem um plano individualizado, com acompanhamento diário e atividades que respeitam seus limites e incentivam a sua independência. Quanto antes esse cuidado começa, melhor.
Reconhecer que seu pai ou sua mãe precisa de mais ajuda não é fraqueza. É um ato de amor e coragem. No Sakura, mostramos todos os dias que é possível envelhecer com dignidade, segurança e propósito, sem abrir mão da autonomia.
E o melhor: com leveza, natureza ao redor, atividades prazerosas e uma equipe pronta para acolher.
Se você ainda está em dúvida sobre como agir, ou quer entender melhor os sinais que merecem atenção, assista ao vídeo da fisioterapeuta Bárbara. Nele, ela explica de forma clara e acolhedora como identificar a hora certa de buscar ajuda profissional e o impacto positivo que isso tem na vida da pessoa idosa e da família.
Clique aqui para assistir ao vídeo completo:
👉 https://www.youtube.com/watch?v=KQXIAihRBXk